quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Um milagroso lema

 
"Se toda a gente (...), por regra, tentar agir mais gentilmente do que o necessário, sempre que puder, e onde quer que esteja, o mundo será realmente um lugar melhor. E se o fizerem, se forem apenas um pouco mais gentis do que o necessário, alguém, algures, poderá um dia reconhecer a face de Deus em cada um de vós."
 
Retirado de "Milagre" de R. J. Palacio

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Atitude positiva

 
"Mantém os teus pensamentos positivos porque eles se transformarão nas tuas palavras.
Mantém as tuas palavras positivas porque elas se concretizarão no teu comportamento.
Mantém o teu comportamento positivo porque ele se tornará nos teus hábitos.
Mantém os teus hábitos positivos porque eles se transformarão nos teus valores.
Mantém os teus valores positivos porque eles se tornarão no teu destino."
 
 
Mahatma Gandhi

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Novos caminhos

Arrisca.
Se há algo que desejas fazer ou sonho que queiras concretizar.
Vai em frente.
Quem sabe aonde a sorte te irá levar.

(Muito obrigado a quem visitou ou continua a visitar esta página.)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Divagações


Há quem acredite no amor à primeira vista.

Todos os sonhos concretizados, os desejos pensados e o sentimento de todas as batidas do coração, condensados num só instante, no rasgo de um olhar, num encontrar de almas.

Há quem acredite que um só segundo basta para saber.

Outros preferem esperar pelo evoluir de uma relação construída passo a passo, até que o sentir se revele, com o tempo, num toque inesperado, num reavivar de um coração cansado, no iluminar dos dias, sem o saber.

Há também quem prefira acreditar que sentimento tal puro e tão intenso não é possível de alcançar e alguns preferem pensar que não existe.

Por vezes é preferível aceitar a sua impossibilidade que sofrer as consequências ao buscá-lo, ao procurá-lo. E quem se vê privado de tal perturbação do espírito, que o aquece e o move, ao fechar-se ao mundo, poderá nunca sentir a sua agitação nem perceber qual a sua essência e a sua importância.

Não há vida sem amor.

O amor faz mover a vida.

Independentemente das formas em que se molda e em que se revela.

Que seria do ser humano sem um amigo? A família? Um parceiro ou parceira para a vida?

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Nestes e noutros tempos...

"with every beat of my heart/ love speaks in silence"
Música: "All that I'm asking for" dos Lifehouse

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Retorno

E estes dias em semanas e meses se tornaram...
Antes demais quero agradecer a quem continua a espreitar este meu espaço. Estou-vos muito grata. Tentarei retribuir o mais brevemente possível.
Não sei como os valores daquele inquérito à esquerda chegaram a estar nos 13 votos e agora estão nos 6. Algum bruxedo amaldiçoou a sondagem de certeza... De qualquer das formas, espero que tenham concretizados sonhos e alcançados sucessos, tornando 2012 num ano um ano memorável por bons motivos. Que 2013 seja igual ou melhor que o ano anterior!
Para finalizar, hoje optei por escrever só no meu outro cantinho, tendo por base a imagem de um grafiti que diz "Veste o teu coração". Quem quiser, pode ir lá espreitar também:  "Espelho da Alma"


sábado, 13 de outubro de 2012

Dar e receber

Perante o outro, pode-se ir soltando uma palavra de ânimo e um elogio aqui e ali, traduzir verbos incapazes de ser verbalizados através de um toque suave e uma presença calma, ou até revelar interesse, um interesse honesto e sincero, escutando e observando o que é dito.
Esses são comportamentos e atitudes que podem realmente modificar e apaziguar emoções, proporcionando possivelmente bons dias. Algo que até nós mesmos estaríamos receptivos na maior parte do tempo.
E quem faz tudo isso e mais, nunca saberá ao certo qual será a resposta do outro a essa interacção, mas uma coisa é certa: o que vier, parecerá muito mais do que o que se deu. Pois quem age em prol do outro, não quantifica o que dá, mas valoriza qualquer resposta obtida, nem que seja um simples sorriso ou um olhar mais brilhante, já que qualquer pormenor pode revelar a diferença entre o antes e o depois. Assim, quem interage com o coração está perante uma dádiva diária e de longa duração.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Muro dos Amores


Há tantas Marias e Maneis na nossa vida.
Aquelas pessoas que por pequenos ou grandes gestos dão outra cor aos nossos dias, aquelas que guardamos connosco no coração.
E embora não tenha deixado a minha marca no "muro", sei o que escreveria: algo expressando gratidão por ter na minha vida a minha família.
Também gostaria de deixar a sua marca?
 É só ir até à estação de metro do Bolhão, no Porto, de caneta em punho e imaginação em alta e aí haverá essa oportunidade.

terça-feira, 10 de julho de 2012

"O mapa não é o território"

"«O mapa não é o território», pelo que as representações internas que fazemos sobre um evento exterior, não são necessariamente o próprio evento."

(Lupi, 2011)


Segundo J. J. Lupi, "Cada uma das nossas experiências é uma realidade que literalmente, criamos dentro das nossas mentes." (Lupi, 2011, p. 61). Através dos sentidos, apreendemos aquilo com que contactamos e interpretamos essas informações criando a nossa própria perspectiva da realidade.
É claro que esta veracidade põe em causa o objectivo e o subjectivo, mas quanto mais fieis forem as nossas interpretações face aos factos reais, sem omissões, distorções ou generalizações, mais objectivamente interpretamos a realidade.
E o mundo cria-se apartir dessa conjugação de perspectivas ou de meios que divulgam diversas realidades em si, como vídeos, fotografias, etc., porque embora o mapa não seja o território, a conjugação de diversos mapas cada um com as suas características e detalhes, providencia uma caracterização variada do território, aproximando-se assim da realidade.
No fundo, distanciamo-nos no sentido em que cada um interpreta à sua maneira o que os sentidos captam, mas aproximamo-nos para criar uma visão global do que acontece, para partilhar experiências, comunicar o que apreendemos, porque o ser humano é um ser social.
E assim, sucessivamente, vamos experienciando e interpretando, adicionando folhadas por nós moldadas à àrvore da vida.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Pensamentos fantabulásticos

- Aqueles que correm para o autocarro e o conseguem apanhar deveriam ganhar medalhas, afinal, nada mais são que corredores a alcançar a meta.
- Entrar para o metro no último minuto, naqueles segundos mesmo antes de começar a movimentar-se, é viver no limite. É só adrenalina a correr os vasos sanguíneos!
- Publicidade do Bongo: "O dobro de uma banana é uma banana duas vezes maior ou duas bananas?" Ainda persiste a dúvida.
- Perceber, já como jovem "adulta", que o Bongo é o Elefante que aparece nas embalagens. É de facto a descoberta do momento.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Um mundo tecnodependente

Ainda há duas dezenas de anos não se sonhava com a revolução tecnologia que hoje. 
Nessa altura não havia ipods, nem ipads, nem iphones ou tablets, ou mesmo telemóveis touch que têm acesso à internet e GPS incorporados. A televisão ainda não tinha entrado na era digital e às crianças não lhes era incentivado desde tenra idade a aderirem a estes objectos, fornecendo um pequeno portátil onde elas podessem trabalhar.
Onde é que se pensava nessas coisas? Nem se sonhava com tal cenário, sequer.
E foi quase à duas décadas atrás que eu nasci. Desde então cresci neste desabrochar da mente humana, capaz de inventar e produzir os mais diversos e surpreendentes artefactos que lhe facilitam a vida.
Tive um telemóvel com mais de 15 centrímentos de altura e que mal dava para mandar mensagens e, posteriormente, investiu-se num computador com uma torre grande e um monitor espaçoso, que trabalhava muito lentamente e nem sequer tinha acesso à internet.
Mais tarde, com o passar dos anos, tive mais três telemóveis, julgo eu, que tinham um tamanho mais diminuto e vinham apetrechados e equipados com extraordinárias aplicações, e até davam para tirar fotografias!
Do computador antigo, restam as peças que estão guardadas. De resto, o monitor é muito menos espesso e a torre também já não é tão grande e também já não dá para inserir disquetes. E onde é que esses discos quadrados de nome disquetes moram? Num canto bem guardados, porque as pens e discos rígidos tiraram-lhes o lugar.
E o computador está agora equipado com internet, uma ferramenta, sem a qual, já muito pouco se faz. Até para enviar IRS e ter conhecimento e acesso a diversos serviços do Estado isso é necessário...
Entretanto, também fui trocando os jogos à bola na rua por umas horas nesse mundo. Aqui escrevo, jogo, faço trabalhos e partilho pensamentos e o que vai mais em mente através deste meu espaço e, recentemente, aventurei-me pela primeira vez numa rede social: o facebook.
Muitas vezes falo com as minhas amigas por esses meios e o telemóvel tornou-se indispensável. É um facto: as próprias relações interpessoais se tornaram muito dependentes do uso que se faz destas tecnologias, e um exemplo disso é que, antes de ter criado a conta do facebook, ficava à parte quando alguns colegas e amigos abordavam temas referidos nessa rede social.
Tornou-se inevitável: somos tecnodependentes.
E será isso vantajoso? Sim, veio-nos facilitar a vida, encurtar distâncias, tirar dúvidas com um só clique e ter acesso aos conteúdos de que mais gostamos.
Mas também afastou-nos do exterior, das simples tardes com amigos, sem estar em torno de uma tecnologia, de passeios a outras terras, de jogar na rua... Aprisionou-nos e a nossa liberdade já não é a mesma.
E muitas vezes dou por mim a pensar como terei chegado a este ponto, como me tornei tão dependente, de tal modo que nem sem bem aproveitar o meu tempo sem estes serviços todos e não gosto desse facto, porque me julgava mais forte, porque sei que há outras coisas bem melhores do outro lado dos ecrãs.
Por ter conhecimento disso, fiz algumas pausas destas tecnologias e tentei aproveitar o que me rodeava.
Por isso recomendo a quem também se reconheça como tecnodependente para, pontualmente, se afastar temporariamente destas máquinas e abrace o mundo na sua simplicidade, sem zeros e uns a formatá-lo ou radiações que transmitem mensagens, apenas um Eu e a Natureza que o rodeia, bem como os outros seres que a compõem.
Pois chega a tornar-se uma exigência o afastamento destas realidades, para nos voltarmos a integrarmos noutra bem mais concreta.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Canções de Intervenção

Em jeito do que se celebra neste dia, coloco aqui exemplos de canções portuguesas de intervenção que marcam a actualidade.

Boss AC - Sexta-feira

Deolinda - Parva Que Sou
Augusto Canário - E Vós Acreditais

Liberdade

É facto que a minha geração não tem nem pode ter a completa noção do preço da revolução, da sua importância e das mudanças que trouxe para o país. Nós não a vivemos.
Mas quais foram as consequências para os dias de hoje?
Será que foi para isto que ela ocorreu? Para estarmos como estamos hoje?
E será que umas boas dezenas, quiçá centenas ou milhares de pessoas, têm razão ao dizer que é necessário um novo 25 de Abril?
Deixo aqui estas questões, fruto do visionamento de um documentário de uma boa parte dos acontecimentos desse dia de Abril em 1974 e ter estado presente nos eventos que ocorreram na Avenida dos Aliados.
Viva aos corajosos intervenientes que conseguiram mudar o rumo do país e a qualidade de vida dos portugueses, sem que isso custasse a vida! Viva à Mudança! Viva à Liberdade!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Diz que não

Arruma os pensamentos,
Afasta os tormentos
E diz que não.

Cai, levanta,
Desanima e anima,
Mas não fiques parada.

Pega nos sorrisos,
No amor dos próximos,
E diz que não.

Olha o mundo, com o teu olhar sonhador,
Não penses, apenas faz por ser e se tornar melhor.
E continua a dizer que não.

Que o medo não te irá vencer.
Que mesmo mergulhando na amargura,
A esperança não irá morrer.
E a realidade te provará que valeu a pena continuar.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Descobertas...

Sabiam que há medicamentos que têm como efeito indesejável os pesadelos?
Eu não imaginava isso, mas foi o que descobri esta semana.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

"Só de mim" de Diffuse


Só de mim from Diffuse on Vimeo.

"A Diffuse gosta de estar presente em várias alturas do ano, e desta vez, chegou ao Dia de São Valentim, com algo que consideramos diferente.
O "Só de mim", conta a história de alguém que já teve tudo, e que só se apercebeu disso depois de perder. Uma história improvável para um dia feliz, contada com a linda cidade de Lisboa como pano de fundo.
Tudo começou com inspiração no video "The Emotive" de Christopher Wong (chriskingwong.tumblr.com) e Kevin Guiang. A química foi alucinante, e surgiu a ideia de fazer algo do género em Português (porque tudo soa bem em inglês, mas não nos podemos esquecer do poder que tem a nossa lingua!), com tempo (coisa que o primeiro autor infelizmente não teve), e com uma excelente qualidade de imagem (algo que o original também não trabalhou). Fica o link do original, para que possam apreciar, a verdadeira obra de arte, e a esperança de que o nosso possa também inspirar mais alguém, a fazer algo único, e quem sabe, ainda noutra lingua! (http://vimeo.com/33047192)

Escrever num papel é diferente de escrever num vídeo.
No início, o nosso texto era bem mais extenso, mas a edição e o tempo obrigaram-nos a cortar algum material.
Ficam com o guião completo mais abaixo, e esperamos que tenham um dia dos Namorados muito especial.

Diffuse team.

*Só de mim*

Tu não sabes quem eu sou, mas eu sei quem tu és… e só preciso de um minuto da tua atenção.

Quero dizer-te que espero que saibas a sorte que tens. O quanto eu gostaria de estar na tua pele. Poder estar na mesma cama que ela todas as manhãs. Ajudá-la a acordar da má disposição matinal.

Espero que saibas que ela só vai falar contigo depois de lavar os dentes. Não é por mal… é por medo de perder o encanto aos teus olhos. Que a consideres um ser humano comum.

Espero que saibas que ela gosta de aproveitar cada raio de sol, e que o café a deixa mal disposta.

Que escolhe a roupa que vai vestir na noite anterior, só para poder ter mais cinco minutos de sono pela manhã. Que o despertador toca cinquenta vezes até que se levante, e que mesmo assim, consegue chegar a horas.

Quero também que saibas que adora histórias do fantástico. Mas não de terror! Que é capaz de saber o nome de todas as personagens de um livro antigo, mas que não se vai esforçar para decorar à primeira os nomes de todos os teus amigos…

Porque ela… ela é que sabe de si.

Tu nunca serás uma sorte para ela. Sorte é poderes tê-la na tua vida.

Sabes?

Ela não é romântica por natureza, mas uma demonstração espontânea da tua parte vai fazê-la fraquejar. Porque ela é segura e doce ao mesmo tempo.

Ela não sabe cozinhar, mas vai esforçar-se para fazer o teu prato preferido. E se estiver mau, vai rir-se do falhanço, em vez de corar.

E quando ela ri… eu tenho vontade de chorar. Não de tristeza, mas porque cada gargalhada é uma nota musical que toca ao coração e faz querer dançar.

Espero que pares de fazer o que gostas e que por vezes tenhas tempo para ouvir sobre o seu dia e sobre cada pequena conquista. Que atures os seus devaneios artísticos e o tempo que perde a colorir livros infantis quando quer ter tempo para si.

Quero que saibas que eu gostava de estar desse lado, a aturar o seu mau humor e a vê-lo mudar depois do primeiro copo de vinho.

Queria poder apreciar as suas unhas que estão mais tempo de verniz estalado que de verniz perfeito… mas que cada forma de vermelho tem uma história que ela construiu com as próprias mãos.

Gostava de me ter apaixonado por ela no primeiro dia que a vi, e não no segundo. Porque cada dia com ela é a certeza de que somos amados. Porque ela é sedução e alegria num só. Porque consegue o que quer com o poder do sorriso e a força do olhar. Seria um tolo se não soubesse que tem olhos castanhos e que adora a cor verde.

Quero que saibas que ela é tudo o que quero e nunca soube que tive.

Aprende que a arritmia que sentes com ela é normal! E que a falta dela é um vazio igual à morte.

Espero que sejas tudo o que eu nunca fui.

Espero que a trates bem.

Porque se lhe partires o coração vais perdê-la para sempre.

Pudesse eu ter lido o futuro...

Créditos Finais:

Actor: Diogo Lopes
Escrito por: Ana Luisa Bairos, Joana Pacheco
Texto revisto por: Margarida Vaqueiro Lopes
Operadores de câmara: Ana Luisa Bairos, Duarte Domingos
Pós-produção vídeo: Ana Luisa Bairos
Pós-produção áudio: Alexandre Pereira
Música original: Alexandre Pereira
Realização: Ana Luisa Bairos
Agradecimentos especiais: Eva Barros, Isa Pinheiro

Uma produção: Diffuse (www.diffuse-studios.com)

"

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Contos de Fadas (continuação)

Após aqueles pensamentos, vivenciei diversos momentos que proporcionaram novos momentos de reflexão.
Contos de fadas...
De facto, se repararmos bem, eles existem.
Encobertos, discretos e escassos, mas estão lá, estão presentes no nosso dia-a-dia.
Nem que seja pela sorte dos transportes passarem no momento certo e nos levarem a tempo aos nossos destinos, nem que seja pelo encontro que ocorre mesmo quando os meios de comunicação falham e são mais prováveis os desencontros, ou até pela presença de lesões mínimas num embate com dois carros como aconteceu com uma amiga minha.
Nestas pequenas coisas, nestas pequenas situações, eles se revelam.
Que sejam milagres ou não, que sejam acasos ou não, mas os "finais" felizes estão lá, por obra do destino.
E talvez o meu amigo Nuno Costa tenha razão, se nos entregarmos mais ao mundo ilusório ou ao que nos parece muito pouco possível, se nos deixarmos levar pelos sonhos, quem sabe se nós próprios não contribuiremos para construir os nossos contos de fadas, a nossa própria história, com a magia que lhe é característica.
Hà um mundo de possibilidades que poderá propiciar esse acontecimento.

sábado, 31 de março de 2012

Contos de Fadas



Todos conhecemos diversos contos de fadas.
São eles que na infância nos moldam a mente sonhadora, permitindo que confrontemos certos medos ou conheçamos algumas possíveis realidades, quer seja através da morte da mãe do Bambi, quer seja pela malvadez da madrasta da cinderela.
E ao vê-los a alma acompanha cada pedaço da história, entre lágrimas e sorrisos, das inocentes brincadeiras que visualizamos, com a certeza de um final feliz.
Depois crescemos.
Vamos construindo a nossa própria história sem saber-lhe o final.
E aparecem bruxas, com maçãs envenenadas, polvos do mar invejosos, dragões que defendem o mal e maldições que comprometem o nosso bem-estar, desfigurando o que tínhamos de bom, mesmo havendo principes e princesas, e até anões, por aí, descobertos ou ainda por descobrir.
Será que há possibilidade de uma história amargurada ter um final (quiçá não seja final) pleno de felicidade?
Ou a realidade é tão diferente dos contos de fadas (e em certos casos sem dúvida que o é) que o que aprendemos e adoramos na infância nada tem a ver com os contextos em que nos desenvolvemos e com as situações com que nos confrontamos à medida que crescemos?
No fundo, será que de facto é possível viver um conto de fadas?

segunda-feira, 19 de março de 2012

O poder da música

Eis que se solta a nota, se entoa a palavra.
E lá vai a gente com aparelhos, fios e fones em qualquer lugar, só para as ouvir soar: a melodia que acompanha cada estado da alma!...
Se tristes, escondemo-nos sob a chuva, exclamando baladas que ajudam à nossa melancolia.
Se alegres, vêm os ritmos mais mexidos e logo o corpo acompanha a energia dessa emoção.
Se zangados, calha um ritmo mais pesado, quem sabe algo metaleiro ou roqueiro.
Se enamorados, calha-nos o romantismo que toca o coração.
E muitas mais nos acompanham no dia-a-dia.
Sem a melodia, ah!, que vazio seria o nosso quotidiano, sem aquele sorriso, sem auqele som que nos entende e nos ajuda a tornar cada dia nalgo mais que mediano.