Um vídeo verdadeiramente inspirador em que a inesquecível música de John Lennon é cantada pelos actores de Glee, mas sentida na língua gestual inglesa.
E no encurtar da distância, aproximo-me dos Sonhos. Daqueles que busco, insaciada, porque são gotas e gotas que preenchem esta imensidão que é a vida.
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
Concentração de noivas
Neste dia a Invicta fica marcada por uma concentração de noivas, no âmbito do projecto da fotógrafa Marta Ferreira ( http://www.mfotografia.com/) . Mas a verdade é que nem todas elas celebrariam o matrimónio em breve, muitas eram solteiras e outras viúvas, no entanto, todas elas pretendiam ou pretendem alcançar um objectivo, o de agarrar a felicidade por meio do amor.
E questiono-me. Qual o papel do amor, desse sentimento tão poderoso na nossa vida? Prescinderiamos dele? Ou é uma relação de tal modo simbiótica que sem ele não seríamos capazes de existir?
A meu ver, esse sentimento é uma condição da existência humana. Nenhum ser seria capaz de viver são sem ele, daria em louco. Uma infância amarga, um futuro desolador, preenchido com desgostos amorosos, uma família ausente e inexistência de amizades que possam dar todo esse carinho que um indivíduo carece, nada disto é saudável e suportável.
Mas o que muitos se esquecem é que o amor não se refere exclusivamente ao encontro da alma gémea, daquela metade que nos completa, é, no geral, o amor que temos ao próximo, quer seja um elemento da família, quer seja um amigo ou amiga ou o "par ideal".
E assim, proponho que vistámos os nossos vestidos ou fatos buscando essa plenitude, esse bem-estar que o amor nos oferece, gozando e respeitando cada ligação que temos, pois só em comunhão com os outros conseguimos atingir essa felicidade. Sejamos noivas e noivos em idealismo.
E questiono-me. Qual o papel do amor, desse sentimento tão poderoso na nossa vida? Prescinderiamos dele? Ou é uma relação de tal modo simbiótica que sem ele não seríamos capazes de existir?
A meu ver, esse sentimento é uma condição da existência humana. Nenhum ser seria capaz de viver são sem ele, daria em louco. Uma infância amarga, um futuro desolador, preenchido com desgostos amorosos, uma família ausente e inexistência de amizades que possam dar todo esse carinho que um indivíduo carece, nada disto é saudável e suportável.
Mas o que muitos se esquecem é que o amor não se refere exclusivamente ao encontro da alma gémea, daquela metade que nos completa, é, no geral, o amor que temos ao próximo, quer seja um elemento da família, quer seja um amigo ou amiga ou o "par ideal".
E assim, proponho que vistámos os nossos vestidos ou fatos buscando essa plenitude, esse bem-estar que o amor nos oferece, gozando e respeitando cada ligação que temos, pois só em comunhão com os outros conseguimos atingir essa felicidade. Sejamos noivas e noivos em idealismo.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Sem interferências...
Como seria o mundo de hoje se o Homem não manipulasse as espécies, contrariasse a vida e a morte, se tudo ocorresse de um modo completamente natural? Estaríamos aqui ainda? Seríamos outrem? Ou tudo se igualava ao que existe presentemente?
Uma mera questão que apareceu em meu pensamento e à qual pode (m) comentar.
Uma mera questão que apareceu em meu pensamento e à qual pode (m) comentar.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Milagres
Será que existem milagres?

Serão esses simples fenómenos da ciência? Ou factos inexplicáveis?

O que é facto é que, tendo em conta a situação actual do Haiti, têm surgido inúmeros casos de pessoas que sobreviveram face às probabilidades que contrariam essas hipóteses. E a ciência não consegue explicar o ocorrido.
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Sem comer, o corpo consegue aguentar muito mais que uma dezena de dias, desgastando as gorduras e outros constituintes que possuem uma componente energética, mas se essa subnutrição extrema estiver aliada a uma inexistente ingestão de líquidos, nomeadamente de água, um ser humano não resiste mais de uma semana. Ou assim se supõe.
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Mas as buscas terminaram hoje, pois, oficialmente, já não se espera que haja sobreviventes. No entanto, se nestes dias surgiram casos desses que trazem uma nova esperança, não será de pensar que ainda agora possa haver novas situações? Nem que fosse uma simples gota num mar negro. E já não há nada que possa ser feito para trazer de novo à vida aqueles que ficaram debaixo dos escombros. Apenas se partilha a dor, aquela que surge quando imagens horrendas aparecem no ecrã da televisão, apenas se tenta consolar e tratar daqueles que vivem na miséria agora, apenas se tenta erguer de novo um país, pedra a pedra, pessoa a pessoa.
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E tudo isto fez-me questionar se os milagres existem. O caminhar sobre a água, um toque que cura magicamente uma doença incurável, uma fé que traz bonanças, entre outros, são habitualmente associados à Igreja, talvez porque é esta a instituição que os comprova ou os nega.
Mas por toda a parte, por questões religiosas ou não, independentemente do tempo e das culturas existentes, estes fenómenos ocorrem e isso é inegável. E serão sempre bem-vindos em tempos de catástrofe, como a que mencionei, para além de outros tempos mais cinzentos e pesados, assim como nos bons momentos também.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Sincera(mente)
Numa explicação algo filosófica, descobri a origem dessa palavra, a que dá origem a sinceridade, insinceridade, sinceramente e outras, a palavra "Sincera".
Em tempos, as estátuas degradavam-se e para remediar os estragos, colocavam cera nas fendas e noutros locais onde fosse preciso. Assim, modificavam-se as estátuas, tornando-se essas diferentes do que o que já haviam sido, do seu modelo original. E havia as estátuas que estavam em perfeitas condições, as reais, as verdadeiras, as sem cera.
Com a evolução da língua, as duas palavras latinas, que significavam sem cera, uniram-se no português de hoje para a palavra sincera, mantendo o seu significado.
P.S. - Devo este texto explicativo ao meu colega Rafael, que proferiu esta curiosidade hoje, durante uma aula.
Em tempos, as estátuas degradavam-se e para remediar os estragos, colocavam cera nas fendas e noutros locais onde fosse preciso. Assim, modificavam-se as estátuas, tornando-se essas diferentes do que o que já haviam sido, do seu modelo original. E havia as estátuas que estavam em perfeitas condições, as reais, as verdadeiras, as sem cera.
Com a evolução da língua, as duas palavras latinas, que significavam sem cera, uniram-se no português de hoje para a palavra sincera, mantendo o seu significado.
P.S. - Devo este texto explicativo ao meu colega Rafael, que proferiu esta curiosidade hoje, durante uma aula.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Potencialidades que escapam...
nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."
Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
É Natal, é Natal...
felicíssimo Natal, repleto de alegria e celebrado em paz
e harmonia com os mais próximos.
Band Aid 20 - Do they know it's Christmas?
It's Christmastime, there's no need to be afraid
At Christmastime, we let in light and we banish shade
And in our world of plenty we can spread a smile of joy
Throw your arms around the world at Christmastime
But say a prayer, Pray for the other ones
At Christmastime it's hard, but when you're having fun
There's a world outside your window
And it's a world of dread and fear
Where the only water flowing
Is the bitter sting of tears
And the Christmas bells that ring there are the clanging chimes of doom
Well tonight thank God it's them instead of you
And there won't be snow in Africa this Christmastime
The greatest gift they'll get this year is life
Where nothing ever grows
No rain nor rivers flow
Do they know it's Christmastime at all?
Here's to you
Raise a glass for everyone
Spare a thought this yuletide for the deprived
If the table was turned would you survive
Here's to them
Underneath that burning sun
You ain't gotta feel guilt just selfless
Give a little help to the helpless
Do they know it's Christmastime at all?
Feed the world - [repeated]
Feed the world
Let them know it's Christmastime again - [repeated]
Feed the world - [repeated to end]
At Christmastime, we let in light and we banish shade
And in our world of plenty we can spread a smile of joy
Throw your arms around the world at Christmastime
But say a prayer, Pray for the other ones
At Christmastime it's hard, but when you're having fun
There's a world outside your window
And it's a world of dread and fear
Where the only water flowing
Is the bitter sting of tears
And the Christmas bells that ring there are the clanging chimes of doom
Well tonight thank God it's them instead of you
And there won't be snow in Africa this Christmastime
The greatest gift they'll get this year is life
Where nothing ever grows
No rain nor rivers flow
Do they know it's Christmastime at all?
Here's to you
Raise a glass for everyone
Spare a thought this yuletide for the deprived
If the table was turned would you survive
Here's to them
Underneath that burning sun
You ain't gotta feel guilt just selfless
Give a little help to the helpless
Do they know it's Christmastime at all?
Feed the world - [repeated]
Feed the world
Let them know it's Christmastime again - [repeated]
Feed the world - [repeated to end]
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