sábado, 31 de março de 2012

Contos de Fadas



Todos conhecemos diversos contos de fadas.
São eles que na infância nos moldam a mente sonhadora, permitindo que confrontemos certos medos ou conheçamos algumas possíveis realidades, quer seja através da morte da mãe do Bambi, quer seja pela malvadez da madrasta da cinderela.
E ao vê-los a alma acompanha cada pedaço da história, entre lágrimas e sorrisos, das inocentes brincadeiras que visualizamos, com a certeza de um final feliz.
Depois crescemos.
Vamos construindo a nossa própria história sem saber-lhe o final.
E aparecem bruxas, com maçãs envenenadas, polvos do mar invejosos, dragões que defendem o mal e maldições que comprometem o nosso bem-estar, desfigurando o que tínhamos de bom, mesmo havendo principes e princesas, e até anões, por aí, descobertos ou ainda por descobrir.
Será que há possibilidade de uma história amargurada ter um final (quiçá não seja final) pleno de felicidade?
Ou a realidade é tão diferente dos contos de fadas (e em certos casos sem dúvida que o é) que o que aprendemos e adoramos na infância nada tem a ver com os contextos em que nos desenvolvemos e com as situações com que nos confrontamos à medida que crescemos?
No fundo, será que de facto é possível viver um conto de fadas?

2 comentários:

Nuno Costa disse...

A tua vida depende apenas de ti.
É feita por ti e ninguém a vive por ti. E tu tens o poder de fazer dela o que bem quiseres. Então que te impede de viveres num mundo de fantasias e contos de fadas? Porque acredito que tudo é possível, eu faço o meu caminho misturando a realidade e a minha imaginação, dando origem à minha razão de viver! Porque a verdade e a mentira não precisam de ser necessáriamente opostos, simplesmente precisam de estar em harmonia e equiliíbrio (pelo que um não pode existir sem o outro), então porque não a realidade e a imaginação ser da mesma maneira? Deixo-te aqui um feliz dia das mentiras, junto com um pequeno comentário feito de verdades!

mímica disse...

A minha resposta é não, sorry! A vida é dura, insana e má e há-de ser sempre assim!